Postos GNV · projeto, equipamentos e pós-venda
Da análise de viabilidade ao abastecimento na pista: compressão, armazenagem, dispensers e tubulação de alta pressão. Equipamentos fabricados no Brasil, com projeto, instalação e assistência técnica da própria fábrica.
A conta que o motorista faz
O GNV é o combustível de quem roda muito: táxis, motoristas de aplicativo, frotas leves e, cada vez mais, veículos pesados. Quem abastece com gás percorre quase o dobro da distância pelo mesmo valor, e volta sempre ao posto que oferece GNV, abastecimento após abastecimento.
Distância percorrida com R$ 100, veículo leve em consumo médio: comparativo divulgado pela distribuidora Naturgy (2025). O carro a GNV segue bicombustível: o cliente ganha autonomia e o posto ganha um cliente recorrente.
Duas rotas de suprimento
A dúvida mais comum de quem quer vender GNV é achar que precisa de gasoduto na porta. Não precisa. Há duas formas de levar gás à pista, e a Gasprom projeta, fabrica e integra as duas.
O gás chega pela rede da distribuidora em baixa pressão e o compressor eleva até 250 bar para a armazenagem e a pista. É o arranjo clássico para regiões atendidas por gasoduto.
O gás chega comprimido em carretas de GNC a 250 bar. O booster recomprime o gás da carreta para a armazenagem e o dispenser, mantendo a pista abastecida longe de qualquer gasoduto.
Dentro do sistema
Seis funções entre a entrada do gás e o bico de abastecimento. Cada uma tem um equipamento dedicado, e todas conversam pelo painel de comando, com partida e parada automáticas pela pressão da estocagem.
O gás entra pela rede da distribuidora ou pela carreta de GNC, passando por filtragem de 1 µm e medição na entrada do sistema.
O secador twin-tower controla o ponto de orvalho do gás, protegendo o compressor, a armazenagem e os cilindros dos veículos.
O compressor eleva o gás até 250 bar, com transmissores de pressão e temperatura e válvulas de segurança em cada estágio.
Banco de cilindros certificados (ABNT NBR ISO 9809-1) em módulos de 1.120 litros, dividido em setores de baixa e alta pressão.
O painel sequencia os setores automaticamente: o abastecimento começa pela baixa pressão e finaliza na alta, sem desperdiçar compressão.
Dispenser em aço inox com medição mássica de 0,5% de precisão, duas mangueiras com break-away e parada automática conforme norma.
Em regiões de clima quente, o Frigo Gasprom resfria o gás antes da pista e aumenta em até 36,8% a massa abastecida por cilindro: mais autonomia para o cliente e mais venda por abastecimento.
Linha GNC para postos
Tudo o que vai da entrada do gás ao bico de abastecimento, fabricado e integrado pela Gasprom, para montar um posto de GNV novo, ampliar a capacidade ou renovar a pista.
Parceira do posto, não só fornecedora
Quem fabrica o equipamento é quem projeta o posto, instala, dá partida e atende o chamado depois. Sem intermediário entre a sua pista e a fábrica.
Fabricação nacional com parcerias tecnológicas internacionais: agilidade de entrega, assistência próxima e customização para a realidade do seu terreno.
Modelos combináveis conforme o plano de negócio: todos os equipamentos ou parte deles, do compressor ao dispenser.
Válvulas de segurança em cada estágio, break-away nas mangueiras, parada automática por sobrepressão e sensores de mistura explosiva nas cabines.
O painel comanda o posto de GNV sozinho e a Gasprom enxerga o equipamento de longe: manutenção que chega antes da parada não programada.
Entregue e em operação
Equipamentos Gasprom abastecem postos bandeirados e independentes pelo país: Shell, Petrobras/Lubrax, Petronas e Ultragaz entre as bandeiras atendidas.
Conjunto completo de abastecimento (compressão, armazenagem e pista) entregue, instalado e assistido pela Gasprom.
Abastecimento simultâneo em duas mangueiras
Medição mássica com 0,5% de precisão
Módulo de 1.120 litros testado em fábrica
Antes de decidir
Não. Onde não há rede de distribuição, o gás chega comprimido em carretas de GNC (o chamado gasoduto virtual) e um booster recomprime da carreta para a armazenagem e a pista. A Gasprom fornece os dois arranjos, com rede e sem rede.
Compressor (ou booster), banco de armazenagem, painel de prioridade, dispenser e a tubulação de alta pressão entre eles. Conforme o projeto, entram ainda secador de gás, odorizador e o Frigo para resfriamento do gás.
O conjunto de compressão GWF ocupa cerca de 2,30 × 2,00 m em planta; a armazenagem é modular e o Full Gas System integra tudo em uma única unidade. O layout final depende das distâncias de segurança da norma, a engenharia da Gasprom elabora o projeto para o seu terreno.
Sim. A armazenagem cresce em módulos de 1.120 litros, compressores podem operar em paralelo e o Full Gas System foi desenhado para expandir com novos equipamentos de forma autônoma, a capacidade acompanha o movimento do posto de GNV.
Os dois, e também instala e mantém. Venda, locação e contratos de instalação e manutenção podem ser combinados, para todos os equipamentos ou parte deles, conforme o plano de negócio do posto.
Assistência técnica da própria fábrica, em Duque de Caxias, RJ, com peças de reposição de pronta entrega e acesso remoto ao painel para diagnóstico em tempo real. Quem fabricou o equipamento é quem atende o chamado.
GNC é o gás natural comprimido a alta pressão: o insumo que abastece o posto de GNV. GNV é esse mesmo gás no uso veicular. Já o GNL é o gás liquefeito a -162 °C, indicado para grandes volumes e longas distâncias. Para ele, veja a página de postos de GNL.
O investimento depende da vazão desejada, da estocagem e de haver ou não rede de gás no terreno. Dá para começar enxuto com o Full Gas System, que reúne compressão, armazenagem e dispenser em uma única unidade, e crescer em módulos conforme o movimento aumenta. Como a Gasprom trabalha com venda e locação, o posto de GNV pode entrar em operação com menos capital imobilizado, e a engenharia devolve o orçamento fechado já no estudo de viabilidade, com a configuração recomendada para o seu caso.
O prazo varia com o projeto, a obra civil do terreno e o licenciamento local. Os equipamentos saem da fábrica de Duque de Caxias já testados em FAT, o teste de aceitação de fábrica, prontos para instalar. Como quem fabrica o compressor é quem projeta e instala o posto de GNV, o caminho entre a compra e a primeira pista abastecendo passa por um fornecedor só, sem intermediário para atrasar a entrega ou o atendimento depois.
O GNV traz o cliente de volta todo dia. Quem abastece com gás percorre quase o dobro da distância pelo mesmo valor, 328 km com R$ 100 contra 181 km na gasolina, e por isso volta sempre ao posto de GNV que tem gás na pista. É receita recorrente, não uma visita por mês. Em regiões de clima quente, o Frigo Gasprom ainda aumenta em até 36,8% a massa abastecida por cilindro, o que significa mais venda a cada atendimento.
Sim. O dispenser de alta vazão entrega até 40 kg/min por linha, com duas mangueiras e break-away, e o painel de prioridade sequencia a estocagem para não perder pressão entre um abastecimento e o outro. Assim o posto de GNV atende do carro de aplicativo à frota pesada sem gargalo, com a vazão e o número de bicos dimensionados pela engenharia conforme o perfil de movimento previsto para a pista.
Os cilindros seguem a ABNT NBR ISO 9809-1, os equipamentos atendem ATEX Zona 2 e a diretiva PED 2014/68/UE, e cada estágio de compressão tem válvula de segurança. As mangueiras têm break-away, há parada automática por sobrepressão e sensores de mistura explosiva nas cabines. O posto de GNV opera monitorado: IHM e PLC comandam a partida e a parada pela pressão da estocagem, e a Gasprom acompanha o equipamento à distância, com acesso remoto para diagnóstico em tempo real.
Sim, e é um caminho comum. A Gasprom integra o GNV a um posto que já vende gasolina, etanol ou diesel, aproveitando o terreno e a operação existente, ou monta o posto de GNV do zero. O projeto define onde entram a compressão, a estocagem e a pista dentro das distâncias de segurança da norma, respeitando o fluxo dos veículos que já circulam na pista.
O GNV é o combustível de quem roda muito: táxis, motoristas de aplicativo, frotas leves de empresa e utilitários de entrega, e cada vez mais veículos pesados em rotas urbanas. Como o carro a GNV segue bicombustível, o motorista ganha autonomia sem abrir mão da gasolina, e o posto de GNV ganha um público que abastece com frequência e escolhe a rota pela disponibilidade de gás.
Não para a parte técnica. O painel comanda a estação sozinho, com partida e parada automáticas pela pressão da estocagem e prioridade entre os setores de armazenagem. A Gasprom oferece contratos de operação assistida e manutenção, com peças de reposição de pronta entrega e acesso remoto ao posto de GNV, de forma que a manutenção chega antes da parada não programada.
Pode. O biometano é gás natural renovável e usa a mesma cadeia de compressão, armazenagem e abastecimento. Um posto de GNV montado hoje já nasce pronto para o biometano que entra na rede, sem troca de equipamento. Para quem quer se posicionar na transição energética, começar com uma estrutura que aceita os dois gases é uma vantagem competitiva.
O movimento aponta para cima. Só o Rio de Janeiro tem cerca de 1,7 milhão de veículos convertidos, a maior frota do país, e a conversão de veículos pesados cresce ano a ano. Cada carro convertido é um cliente que precisa de um posto de GNV por perto e abastece várias vezes por semana. Para o dono de posto, é um público fiel e um combustível de margem competitiva, num mercado que ainda tem espaço para novas pistas.
A Gasprom fabrica o equipamento, projeta o posto, instala, dá a partida e atende o chamado depois, tudo a partir da planta de Duque de Caxias. Não há intermediário entre a sua pista e a fábrica, o que encurta o prazo de entrega, aproxima a assistência e permite customizar o posto de GNV para o seu terreno e a sua norma. Os equipamentos combinam fabricação nacional com parcerias tecnológicas internacionais.
Pelo gasoduto virtual. O gás é comprimido a 250 bar em uma base de compressão, viaja em carretas de GNC até o terreno e um booster recomprime da carreta para a armazenagem e a pista. Assim o posto de GNV abastece normalmente mesmo longe de qualquer gasoduto, e a mesma estrutura pode migrar para a rede canalizada quando ela chegar, sem trocar os equipamentos principais. Na prática, o posto de GNV começa a vender gás onde antes não havia rede, e a mesma pista pode receber mais de uma carreta por dia conforme o movimento cresce. A engenharia da Gasprom dimensiona a estocagem e a logística das carretas para o consumo previsto, sem sobra nem falta de gás.
Fale com engenharia
Conte onde fica o terreno ou o posto, se há rede de gás na região e a expectativa de movimento. A engenharia da Gasprom devolve a configuração recomendada (compressão, armazenagem e pista) pelo caminho de suprimento mais adequado. Atendimento em português, inglês e espanhol.