Dispenser de GNV Gasprom em posto de combustíveis ao anoitecer

Postos GNV · projeto, equipamentos e pós-venda

Monte ou amplie
o seu posto de GNV

Da análise de viabilidade ao abastecimento na pista: compressão, armazenagem, dispensers e tubulação de alta pressão. Equipamentos fabricados no Brasil, com projeto, instalação e assistência técnica da própria fábrica.

  • Compressão
  • Armazenagem
  • Dispensers
  • Politubo
  • Gasoduto virtual
  • até 250 barcompressão e armazenagem da linha GNC
328 km com R$ 100 de GNV contra 181 km na gasolina e 180 km no etanol
1,7 mi de veículos GNV no RJ a maior frota convertida do país
-30% de emissões de CO₂ na comparação com a gasolina
250 bar pressão de trabalho compressão e armazenagem da linha GNC
+25 anos de experiência no setor de gás natural, desde 1997

A conta que o motorista faz

Por que o GNV atrai cliente todo dia

O GNV é o combustível de quem roda muito: táxis, motoristas de aplicativo, frotas leves e, cada vez mais, veículos pesados. Quem abastece com gás percorre quase o dobro da distância pelo mesmo valor, e volta sempre ao posto que oferece GNV, abastecimento após abastecimento.

Duas rotas de suprimento

Com rede de gás ou sem rede: os dois postos existem

A dúvida mais comum de quem quer vender GNV é achar que precisa de gasoduto na porta. Não precisa. Há duas formas de levar gás à pista, e a Gasprom projeta, fabrica e integra as duas.

CAMINHO A

Posto conectado à rede

O gás chega pela rede da distribuidora em baixa pressão e o compressor eleva até 250 bar para a armazenagem e a pista. É o arranjo clássico para regiões atendidas por gasoduto.

  • Compressor GWF de 3 estágios, 250 Nm³/h a 250 bar
  • Full Gas System: compressão, armazenagem e dispenser em um único skid
  • Partida por inversor e monitoramento remoto incluídos
CAMINHO B

Posto sem rede · gasoduto virtual

O gás chega comprimido em carretas de GNC a 250 bar. O booster recomprime o gás da carreta para a armazenagem e o dispenser, mantendo a pista abastecida longe de qualquer gasoduto.

  • Carreta de GNC de 40 pés com feixe de tubos (ISO 11120)
  • Booster de 45 kW com admissão de 25 a 250 bar
  • Prioridade automática entre carreta, armazenagem e pista

Dentro do sistema

Como um posto de GNV funciona

Seis funções entre a entrada do gás e o bico de abastecimento. Cada uma tem um equipamento dedicado, e todas conversam pelo painel de comando, com partida e parada automáticas pela pressão da estocagem.

01

Recebimento

O gás entra pela rede da distribuidora ou pela carreta de GNC, passando por filtragem de 1 µm e medição na entrada do sistema.

02

Secagem

O secador twin-tower controla o ponto de orvalho do gás, protegendo o compressor, a armazenagem e os cilindros dos veículos.

03

Compressão

O compressor eleva o gás até 250 bar, com transmissores de pressão e temperatura e válvulas de segurança em cada estágio.

04

Armazenagem

Banco de cilindros certificados (ABNT NBR ISO 9809-1) em módulos de 1.120 litros, dividido em setores de baixa e alta pressão.

05

Prioridade

O painel sequencia os setores automaticamente: o abastecimento começa pela baixa pressão e finaliza na alta, sem desperdiçar compressão.

06

Pista

Dispenser em aço inox com medição mássica de 0,5% de precisão, duas mangueiras com break-away e parada automática conforme norma.

Em regiões de clima quente, o Frigo Gasprom resfria o gás antes da pista e aumenta em até 36,8% a massa abastecida por cilindro: mais autonomia para o cliente e mais venda por abastecimento.

Parceira do posto, não só fornecedora

Por que montar o posto de GNV com a Gasprom

Quem fabrica o equipamento é quem projeta o posto, instala, dá partida e atende o chamado depois. Sem intermediário entre a sua pista e a fábrica.

Fábrica no Brasil

  • Engenharia própriaprojeto e layout do posto
  • FAT em fábricateste de aceitação antes da entrega
  • Peças de reposiçãodireto da planta de Duque de Caxias, RJ

Fabricação nacional com parcerias tecnológicas internacionais: agilidade de entrega, assistência próxima e customização para a realidade do seu terreno.

Venda, locação e manutenção

  • Vendaequipamento próprio, patrimônio do posto
  • Locaçãomenos capital imobilizado na largada
  • Instalação e manutençãocontratos de operação assistida

Modelos combináveis conforme o plano de negócio: todos os equipamentos ou parte deles, do compressor ao dispenser.

Segurança e conformidade

  • ABNT NBR ISO 9809-1cilindros de aço sem costura
  • ATEX · Zona 2equipamentos para área classificada
  • PED 2014/68/UEequipamentos sob pressão

Válvulas de segurança em cada estágio, break-away nas mangueiras, parada automática por sobrepressão e sensores de mistura explosiva nas cabines.

Operação monitorada

  • IHM + PLCWecon, Siemens e WEG
  • Acesso remoto incluídodiagnóstico em tempo real
  • Partida e parada automáticaspela pressão da estocagem

O painel comanda o posto de GNV sozinho e a Gasprom enxerga o equipamento de longe: manutenção que chega antes da parada não programada.

Entregue e em operação

Gasprom na pista

Equipamentos Gasprom abastecem postos bandeirados e independentes pelo país: Shell, Petrobras/Lubrax, Petronas e Ultragaz entre as bandeiras atendidas.

Pista de posto de GNV iluminada à noite com dois dispensers Gasprom e caminhão com carroceria Gasprom
Posto da Hora · Gás natural

Dispensers e compressão Gasprom em operação

Conjunto completo de abastecimento (compressão, armazenagem e pista) entregue, instalado e assistido pela Gasprom.

Pista de posto de combustíveis com dispensers de GNV fabricados pela Gasprom sob a cobertura
Pista

Dispensers em posto bandeirado

Abastecimento simultâneo em duas mangueiras

Dispenser de GNC Gasprom em aço inoxidável com dois bicos de abastecimento
Equipamento

Dispenser em aço inox

Medição mássica com 0,5% de precisão

Banco de cilindros de armazenagem de GNC com estrutura azul e marca Gasprom na fábrica
Fábrica

Armazenagem pronta para expedição

Módulo de 1.120 litros testado em fábrica

Antes de decidir

Perguntas frequentes sobre posto de GNV

Preciso de gasoduto na porta para vender GNV?

Não. Onde não há rede de distribuição, o gás chega comprimido em carretas de GNC (o chamado gasoduto virtual) e um booster recomprime da carreta para a armazenagem e a pista. A Gasprom fornece os dois arranjos, com rede e sem rede.

O que compõe um posto de GNV completo?

Compressor (ou booster), banco de armazenagem, painel de prioridade, dispenser e a tubulação de alta pressão entre eles. Conforme o projeto, entram ainda secador de gás, odorizador e o Frigo para resfriamento do gás.

Quanto espaço os equipamentos ocupam?

O conjunto de compressão GWF ocupa cerca de 2,30 × 2,00 m em planta; a armazenagem é modular e o Full Gas System integra tudo em uma única unidade. O layout final depende das distâncias de segurança da norma, a engenharia da Gasprom elabora o projeto para o seu terreno.

Dá para começar pequeno e ampliar depois?

Sim. A armazenagem cresce em módulos de 1.120 litros, compressores podem operar em paralelo e o Full Gas System foi desenhado para expandir com novos equipamentos de forma autônoma, a capacidade acompanha o movimento do posto de GNV.

A Gasprom vende ou aluga os equipamentos?

Os dois, e também instala e mantém. Venda, locação e contratos de instalação e manutenção podem ser combinados, para todos os equipamentos ou parte deles, conforme o plano de negócio do posto.

Que suporte existe depois da instalação?

Assistência técnica da própria fábrica, em Duque de Caxias, RJ, com peças de reposição de pronta entrega e acesso remoto ao painel para diagnóstico em tempo real. Quem fabricou o equipamento é quem atende o chamado.

GNV, GNC e GNL são a mesma coisa?

GNC é o gás natural comprimido a alta pressão: o insumo que abastece o posto de GNV. GNV é esse mesmo gás no uso veicular. Já o GNL é o gás liquefeito a -162 °C, indicado para grandes volumes e longas distâncias. Para ele, veja a página de postos de GNL.

Quanto custa montar um posto de GNV?

O investimento depende da vazão desejada, da estocagem e de haver ou não rede de gás no terreno. Dá para começar enxuto com o Full Gas System, que reúne compressão, armazenagem e dispenser em uma única unidade, e crescer em módulos conforme o movimento aumenta. Como a Gasprom trabalha com venda e locação, o posto de GNV pode entrar em operação com menos capital imobilizado, e a engenharia devolve o orçamento fechado já no estudo de viabilidade, com a configuração recomendada para o seu caso.

Em quanto tempo um posto de GNV entra em operação?

O prazo varia com o projeto, a obra civil do terreno e o licenciamento local. Os equipamentos saem da fábrica de Duque de Caxias já testados em FAT, o teste de aceitação de fábrica, prontos para instalar. Como quem fabrica o compressor é quem projeta e instala o posto de GNV, o caminho entre a compra e a primeira pista abastecendo passa por um fornecedor só, sem intermediário para atrasar a entrega ou o atendimento depois.

Quanto um posto de GNV rende para o dono?

O GNV traz o cliente de volta todo dia. Quem abastece com gás percorre quase o dobro da distância pelo mesmo valor, 328 km com R$ 100 contra 181 km na gasolina, e por isso volta sempre ao posto de GNV que tem gás na pista. É receita recorrente, não uma visita por mês. Em regiões de clima quente, o Frigo Gasprom ainda aumenta em até 36,8% a massa abastecida por cilindro, o que significa mais venda a cada atendimento.

Um posto de GNV atende carro e caminhão na mesma pista?

Sim. O dispenser de alta vazão entrega até 40 kg/min por linha, com duas mangueiras e break-away, e o painel de prioridade sequencia a estocagem para não perder pressão entre um abastecimento e o outro. Assim o posto de GNV atende do carro de aplicativo à frota pesada sem gargalo, com a vazão e o número de bicos dimensionados pela engenharia conforme o perfil de movimento previsto para a pista.

Como é a segurança de um posto de GNV?

Os cilindros seguem a ABNT NBR ISO 9809-1, os equipamentos atendem ATEX Zona 2 e a diretiva PED 2014/68/UE, e cada estágio de compressão tem válvula de segurança. As mangueiras têm break-away, há parada automática por sobrepressão e sensores de mistura explosiva nas cabines. O posto de GNV opera monitorado: IHM e PLC comandam a partida e a parada pela pressão da estocagem, e a Gasprom acompanha o equipamento à distância, com acesso remoto para diagnóstico em tempo real.

Dá para transformar um posto de combustível comum em posto de GNV?

Sim, e é um caminho comum. A Gasprom integra o GNV a um posto que já vende gasolina, etanol ou diesel, aproveitando o terreno e a operação existente, ou monta o posto de GNV do zero. O projeto define onde entram a compressão, a estocagem e a pista dentro das distâncias de segurança da norma, respeitando o fluxo dos veículos que já circulam na pista.

Que tipo de veículo abastece num posto de GNV?

O GNV é o combustível de quem roda muito: táxis, motoristas de aplicativo, frotas leves de empresa e utilitários de entrega, e cada vez mais veículos pesados em rotas urbanas. Como o carro a GNV segue bicombustível, o motorista ganha autonomia sem abrir mão da gasolina, e o posto de GNV ganha um público que abastece com frequência e escolhe a rota pela disponibilidade de gás.

O posto de GNV precisa de operador o tempo todo?

Não para a parte técnica. O painel comanda a estação sozinho, com partida e parada automáticas pela pressão da estocagem e prioridade entre os setores de armazenagem. A Gasprom oferece contratos de operação assistida e manutenção, com peças de reposição de pronta entrega e acesso remoto ao posto de GNV, de forma que a manutenção chega antes da parada não programada.

Um posto de GNV pode abastecer com biometano?

Pode. O biometano é gás natural renovável e usa a mesma cadeia de compressão, armazenagem e abastecimento. Um posto de GNV montado hoje já nasce pronto para o biometano que entra na rede, sem troca de equipamento. Para quem quer se posicionar na transição energética, começar com uma estrutura que aceita os dois gases é uma vantagem competitiva.

Vale a pena montar um posto de GNV agora?

O movimento aponta para cima. Só o Rio de Janeiro tem cerca de 1,7 milhão de veículos convertidos, a maior frota do país, e a conversão de veículos pesados cresce ano a ano. Cada carro convertido é um cliente que precisa de um posto de GNV por perto e abastece várias vezes por semana. Para o dono de posto, é um público fiel e um combustível de margem competitiva, num mercado que ainda tem espaço para novas pistas.

O que diferencia um posto de GNV da Gasprom?

A Gasprom fabrica o equipamento, projeta o posto, instala, dá a partida e atende o chamado depois, tudo a partir da planta de Duque de Caxias. Não há intermediário entre a sua pista e a fábrica, o que encurta o prazo de entrega, aproxima a assistência e permite customizar o posto de GNV para o seu terreno e a sua norma. Os equipamentos combinam fabricação nacional com parcerias tecnológicas internacionais.

Como o gás chega a um posto de GNV sem rede na região?

Pelo gasoduto virtual. O gás é comprimido a 250 bar em uma base de compressão, viaja em carretas de GNC até o terreno e um booster recomprime da carreta para a armazenagem e a pista. Assim o posto de GNV abastece normalmente mesmo longe de qualquer gasoduto, e a mesma estrutura pode migrar para a rede canalizada quando ela chegar, sem trocar os equipamentos principais. Na prática, o posto de GNV começa a vender gás onde antes não havia rede, e a mesma pista pode receber mais de uma carreta por dia conforme o movimento cresce. A engenharia da Gasprom dimensiona a estocagem e a logística das carretas para o consumo previsto, sem sobra nem falta de gás.

Fale com engenharia

Comece pelo estudo de viabilidade

Conte onde fica o terreno ou o posto, se há rede de gás na região e a expectativa de movimento. A engenharia da Gasprom devolve a configuração recomendada (compressão, armazenagem e pista) pelo caminho de suprimento mais adequado. Atendimento em português, inglês e espanhol.