Bases de compressão · GNC e gasoduto virtual
Da medição fiscal à carreta carregada a 250 bar: a Gasprom projeta, fabrica e instala bases de compressão completas para distribuidoras, transportadoras de GNC, indústrias e plantas de biometano. Compressores de alta vazão, armazenagem, carregamento e assistência técnica da própria fábrica.
O mercado além da rede
A rede canalizada de gás natural alcança uma fração pequena do mapa brasileiro: pelos números da ABEGÁS (2025), 516 dos 5.570 municípios do país têm distribuição por dutos. Todo o resto é mercado para o gasoduto virtual: o gás é comprimido a 250 bar em uma base de compressão, viaja em carretas de GNC e abastece indústrias, postos e cidades inteiras sem esperar obra de gasoduto.
Municípios com gás canalizado no Brasil: 516 de 5.570, atendidos por 46.698 km de rede (ABEGÁS, balanço de 2025). Para todos os outros, o suprimento nasce em uma base de compressão.
E a demanda está em movimento: os caminhões licenciados a gás natural quase triplicaram entre 2022 e 2025 (Senatran/ABEGÁS), os postos de alta vazão para veículos pesados saltaram de 40 para 121 no mesmo período e a Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/2024) colocou o biometano na matriz com mandato a partir de 2026. Operadores de frota relatam economia de até 40% frente ao diesel. Cada um desses movimentos nasce ou passa por uma base de compressão: é ela que carrega as carretas dos projetos estruturantes, das indústrias e dos postos de GNV e GNC.
Onde a base nasce
Toda base de compressão parte de uma fonte de gás. A Gasprom projeta, fabrica e integra os dois arranjos, com os mesmos padrões de medição, segurança e automação.
O gás chega pelo gasoduto de transporte ou pela rede da distribuidora. A base mede o volume na entrada, comprime a 250 bar e carrega as carretas que levam o GNC até onde a rede não alcança.
Na saída do upgrading, a base comprime o biometano e o despacha em carretas para indústrias, postos e redes de distribuição. É o caminho para o produtor escoar a produção sem esperar um duto até a usina.
Dentro do sistema
Seis funções entre a entrada do gás e a carreta na estrada. Cada uma tem um equipamento dedicado, e todas conversam pelo painel de comando, com partida e parada automáticas e acesso remoto incluído.
O gás entra pela rede ou pelo upgrading e passa pelo conjunto de medição com cálculo AGA-8, a base da transferência de custódia entre supridor e operador.
O secador twin-tower controla o ponto de orvalho, protegendo o compressor, os cilindros e a qualidade do gás que segue para o cliente.
Compressores recíprocos elevam o gás a 250 bar, com descarga de até 300 bar no GWB, válvulas de segurança e transmissores em cada estágio.
Banco de cilindros certificados (ABNT NBR ISO 9809-1) em módulos de 1.120 litros mantém a base pronta para carregar sem esperar o compressor.
Baias com medição fiscal Coriolis (Metaponte), aterramento monitorado das carretas e sequenciamento automático do enchimento.
Carretas de 40 pés levam 8.115 Nm³ por viagem da base ao cliente, com telemetria do volume carregado e roteiro definido pela operação.
Na ponta de consumo, a cabine de redução GAR2000 devolve o gás à pressão de uso: entrada de 250 a 15 bar, saída regulada entre 1,5 e 10 bar e vazão de até 2.000 m³/h, com aquecimento que compensa o efeito Joule-Thomson e linhas duplas que permitem manutenção sem interromper o fornecimento.
Linha GNC para bases
Compressores de alta potência, armazenagem, medição e transporte, fabricados e integrados pela Gasprom: para montar uma base nova, ampliar a capacidade de carregamento ou levar o gasoduto virtual a um novo mercado.
Parceira do projeto, não só fornecedora
Quem fabrica o compressor é quem projeta a base, instala, dá partida e atende o chamado depois. Sem intermediário entre a sua operação e a fábrica.
Fabricação nacional com parcerias tecnológicas internacionais: agilidade de entrega, assistência próxima e customização para o seu terreno e a sua norma.
Modelos combináveis conforme o plano de negócio, para todos os equipamentos ou parte deles, do compressor à carreta.
Válvulas de segurança em cada estágio, aterramento monitorado das carretas no carregamento e parada automática por sobrepressão.
O painel comanda a base sozinho e a Gasprom enxerga o equipamento de longe: manutenção que chega antes da parada não programada.
Entregue e em operação
Equipamentos Gasprom operam em bases, postos e plantas pelo país, incluindo o maior polo de GNV do Brasil: o Estado do Rio, com mais de 750 postos e cerca de 1,7 milhão de veículos convertidos.
Banco de cilindros certificados testado em fábrica antes do embarque: cada módulo sai com FAT documentado e databook completo.
Sistema completo em teste antes da entrega
A ponta da cadeia que começa na base de compressão
Compressão e abastecimento reposicionáveis
Antes de decidir
É a instalação que recebe o gás natural ou o biometano, mede, trata e comprime a 250 bar para carregar carretas de GNC. É a origem do gasoduto virtual: dela saem as carretas que abastecem indústrias, postos e cidades sem rede de gás canalizada.
Não. A base de compressão carrega as carretas, é a ponta supridora do sistema. O posto GNC recebe essas carretas e recomprime o gás para vender. O posto GNV é a pista que abastece os veículos, conectado à rede ou suprido por carretas.
A carreta Gasprom de 40 pés leva 8.115 Nm³ de gás a 250 bar em um feixe de 11 tubos conforme a ISO 11120, com até 30% mais volume por viagem que configurações equivalentes de mercado.
A base nasce onde há gás disponível: em um city gate ou ramal da distribuidora, ou na saída do upgrading de uma planta de biometano. A partir desse ponto, as carretas fazem o papel do duto até os consumidores.
Cada unidade da linha atende de 44 kW com 134 a 206 Sm³/h (GWB, descarga de 300 bar) a 63 kW com 250 Nm³/h (GWF). Instalações com múltiplos compressores em paralelo alcançam até 400 kW de potência e vazões de até 4.000 m³/h, dimensionadas pela engenharia conforme a meta de carregamento.
Em dois pontos: na entrada, o conjunto de medição com cálculo AGA-8 e certificação INMETRO faz a transferência de custódia com o supridor; no carregamento, o Metaponte mede cada carreta com medidor Coriolis certificado e transmite os dados por rede celular ao sistema de supervisão.
Sim, os três. Venda, locação e contratos de instalação e manutenção podem ser combinados, para todos os equipamentos ou parte deles, com assistência técnica e peças de reposição saindo da própria fábrica em Duque de Caxias, RJ.
Fale com engenharia
Conte a origem do gás (city gate ou planta de biometano), o volume diário previsto e a distância até os consumidores. A engenharia da Gasprom devolve a configuração recomendada: medição, compressão, armazenagem, carregamento, carretas e a descompressão na ponta. Atendimento em português, inglês e espanhol.