

Skid de vaporização atmosférica que devolve o GNL ao estado gasoso, de 450 a 2.000 m³/h, com dois vaporizadores em ciclagem automática e sem consumo de energia no processo.
Depois de viajar em estado líquido a 162 graus negativos, o GNL precisa voltar a ser gás para chegar ao queimador, ao forno, ao motor ou à rede interna da planta. Esse é o trabalho do sistema de regaseificação: receber o líquido criogênico do tanque ou do isocontêiner e entregá-lo como gás natural na pressão e na temperatura que o consumidor pede, de forma contínua.
A linha RG da Gasprom faz isso por vaporização atmosférica: a troca de calor acontece com o próprio ar ambiente, sem queima de combustível e sem consumo de energia no processo de vaporização. Todo o conjunto chega montado sobre skid autoportante, testado em fábrica.
Cada sistema traz dois vaporizadores em arranjo 2 × 100%: cada um é dimensionado para a vazão nominal total. Enquanto um entrega o gás, o outro passa por regeneração térmica, ou seja, degela. Um circuito de controle automático alterna os dois a cada 8 horas de operação, com troca suave e sem variação de pressão ou de vazão na saída.
É essa alternância que sustenta o fornecimento em regime contínuo. Vaporizador atmosférico acumula gelo nas aletas ao longo da operação, e o gelo derruba a troca térmica. Sem ciclagem, a vazão cai justamente quando a planta mais precisa dela.
Quando a planta já tem a instalação montada e precisa apenas do elemento de troca térmica, os vaporizadores atmosféricos são fornecidos separadamente, em capacidades de 250 a 6.000 Nm³/h, além de uma versão de alta pressão para até 250 bar(g). As capacidades nominais são referidas a 21 graus e 70% de umidade relativa, com o gás entregue a 20 graus e 1 atm.
A mesma tecnologia de vaporização é fornecida em escopo ampliado, como terminal completo: isocontêineres criogênicos de estocagem, skid de transferência com bomba, serpentina levantadora de pressão, sistema de odorização, ar de instrumentação, sala de painéis elétricos e de controle e detecção de chama e de vazamento. As configurações documentadas atendem 1.000 e 2.000 Nm³/h, com consumo médio de 24.000 e 48.000 m³ por dia e pressão de suprimento no limite de bateria de 3,0 a 6,0 kgf/cm²(g).
ABNT NBR 16749 e NBR 15526 (gás combustível e redes internas), NBR 15421 (estruturas resistentes a sismos), ASME B31.3 (tubulação de processo), ASME BPVC Seção VIII (vasos de pressão), EN 1626 (válvulas criogênicas), ISO 21013 (alívio de pressão em recipientes criogênicos), NR-13, NR-10, NFPA 59A (produção, armazenamento e manuseio de GNL), IEC 60079 (atmosferas explosivas) e API 620.
A capacidade de um vaporizador atmosférico depende do clima do local, não só da vazão desejada. Temperatura e umidade do ar entram na conta, porque a troca térmica acontece com o ambiente. Por isso a especificação começa por quatro informações: vazão de pico, consumo médio diário, pressão exigida no limite de bateria e as condições ambientais do site. Definir o sistema apenas pela vazão de pico é o caminho mais curto para um equipamento que congela antes da hora no dia mais úmido do ano.
Entenda onde a regaseificação entra na cadeia do GNL, da liquefação ao abastecimento.
| Modelo | Linha RG: RG0450, RG1000, RG1100 e RG2000, em skid de 20 ou 40 pés |

Conte o gás, a pressão e a vazão. A engenharia da Gasprom dimensiona e responde rápido.
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