


Estação de abastecimento de GNL instalada em terra, no cais, para navios e comboios movidos a gás natural liquefeito.
O skid de bunkering de GNL da Gasprom é a estação de abastecimento que fica em terra, no cais, e leva gás natural liquefeito até o tanque de embarcações movidas a GNL. Todo o sistema vem montado, cabeado e testado sobre uma única estrutura, o que encurta a obra civil e tira o risco da montagem em campo.
O skid recebe o GNL da carreta rodoviária, armazena e pressuriza o produto, abastece a embarcação pela bomba criogênica submersa, purga a linha com o próprio gás ao fim da operação e recupera o BOG, o vapor gerado durante a transferência, em vez de ventilar metano para a atmosfera.
Velocidade de abastecimento de 20 m³ por hora, com capacidade de até 400 m³ por dia. Pressão de projeto de 2,0 MPa e pressão de trabalho de 0,8 ou 1,6 MPa conforme o modelo. Temperatura de projeto de −196 °C, com operação em ambiente de −20 a 40 °C. Bomba submersa de baixa cavitação de 20 m³/h e 15 kW. Medição mássica Coriolis, em DN50 na linha de líquido e DN25 no retorno de vapor. Conjunto certificado Ex d IIB T4 Gb para área classificada.
São dois modelos de referência: o compacto, de 7000 × 2400 × 5100 mm, com uma posição de descarga e 16 kW instalados, e o ampliado, de 10000 × 3200 × 5100 mm, com três posições de descarga e 31 kW.
O sistema de transferência segue a ISO 20519, a avaliação de segurança e risco segue a ISO/TS 18683, que cobre expressamente a navegação interior, e o acoplamento de conexão e desconexão a seco segue a ISO 21593. No Brasil, a atividade é regulada pela Resolução ANP nº 971 de 2024 e pela NORMAM-204 da Marinha.
Quando a condição da água não permite estação fixa, o abastecimento pode ser feito por barcaça atracada ou por navio abastecedor móvel. A Gasprom especifica os três arranjos e ajuda a escolher o viável para o seu trecho.
Veja a página completa da solução, com o esquema do sistema, o caminho de licenciamento e as perguntas frequentes: bunkering de GNL.
O que o equipamento faz além de abastecer a embarcação?
São cinco operações no mesmo conjunto: o skid de bunkering de GNL recebe o produto da carreta rodoviária, armazena e pressuriza, abastece a embarcação pela bomba criogênica submersa, purga a linha com o próprio gás ao fim da operação e recupera o BOG, o vapor gerado na transferência, em vez de ventilar metano para a atmosfera.
Qual a capacidade de abastecimento?
A velocidade é de 20 m³ por hora, com capacidade de até 400 m³ por dia. A bomba submersa de baixa cavitação tem 20 m³/h e 15 kW, e a medição mássica Coriolis usa DN50 na linha de líquido e DN25 no retorno de vapor. A pressão de trabalho é de 0,8 ou 1,6 MPa conforme o modelo, com conjunto certificado Ex d IIB T4 Gb para área classificada.
Quais normas regulam a operação no Brasil?
O sistema de transferência segue a ISO 20519, a avaliação de segurança e risco segue a ISO/TS 18683, que cobre expressamente a navegação interior, e o acoplamento a seco segue a ISO 21593. No Brasil, a atividade é regulada pela Resolução ANP nº 971 de 2024 e pela NORMAM-204 da Marinha.
E se a condição da água não permitir estação fixa no cais?
Nesse caso, o abastecimento pode ser feito por barcaça atracada ou por navio abastecedor móvel. A Gasprom especifica os três arranjos e ajuda a escolher o viável para o seu trecho, do conjunto compacto com uma posição de descarga ao ampliado com três posições.
| Modelo | Compacto e ampliado, 20 m³/h |


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